CONSUMO DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS POR COLABORADORES DA SECRETARIA DE MOBILIDADE URBANA-SEMOB DE CUIABÁ- MT

Karolainy Batista Foscheira, Sergio dos Santos Soares Junior, Suelen Rafaela Pinheiro Magalhães, Thayane Mileena Alves Pinheiro, Kariny Cassia de Siqueira

Resumo


Introdução: Atualmente o Brasil vive um processo de transição na saúde e estado nutricional. Uma das causas dessas mudanças é o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados. Os alimentos ultraprocessados são caracterizados por serem práticos e saborosos por isso passam a ser a primeira escolha de refeição, principalmente quando não se tem tempo para o preparo de alimentos. Dessa forma há um elevado consumo de alimento ultraprocessados, e com isso observa-se elevação na incidência e prevalência de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Isso se deve ao menos em parte as substâncias adicionadas pela indústria nesses alimentos. Objetivo: Avaliar o consumo de alimentos ultraprocessados por colaboradores da Secretária de Mobilidade Urbana. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal com abordagem quantitativa, foram avaliados homens e mulheres com faixa etária entre 18 a 59 anos, servidores da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá com diferentes níveis socioeconômicos. Foi aplicado um questionário de frequência alimentar (QFA)realizado antropometria por meio de peso, estatura e índice de massa corpórea a fim de interligar resultados numéricos aos costumes alimentares dos participantes. Resultados: Obteve-se 51,4% de sobrepeso em adultos de 18 a 59 anos, sendo que em homens foi de 28,6% e em mulheres com 22,9%. Pode-se verificar que o alimento mais consumido (2x na semana) foi a bolacha salgada com 20,6% e o refrigerante foi a bebida mais consumida (4x na semana ou mais) com 17,6%. Conclusão: A maioria dos funcionários apresentam estado nutricional de sobrepeso, entende-se então que os funcionários procuram alimento que seja mais fácil e rápido para consumo. Sugere-se que as condições de trabalho possam ter desencadeado sobrepeso  na maioria da amostra.

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* ISSN: 2594-6757


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