PRODUÇÃO DE COMPOSTO ORGÂNICO A PARTIR DO LIXO DAS CANTINAS DO UNIVAG – CENTRO UNIVERSITÁRIO
DOI:
https://doi.org/10.18312/connectionline.v34i34.3221Palavras-chave:
Matéria Orgânica, Biodegradação, Resíduos Orgânicos, Solarização, Compostagem, Organic matter, Biodegradarion, Organic waste, Solarization, CompostingResumo
No Brasil os restos de matéria orgânica são destinados a lixões e aterros sanitários, que em sua maioria, são dispostos irregularmente sobre o solo e a céu aberto, sem tratamento, o que contamina solo e lençol freático ou então atrai animais transmissores de doenças. O aproveitamento desses resíduos pode ser processado em compostagem, transformando-os através da biodegradação por microrganismos. A solarização baseia-se no aquecimento do substrato por meio da energia radiação solar, onde o substrato é exposto em camadas diretamente ao sol, coberto por plástico, que em temperaturas de 60ºC eliminam a maioria dos microrganismos fitopatogênicos. Assim, avaliou-se a influência dos resíduos orgânicos, originados nas cantinas do Univag – Centro Universitário, no processo de produção de compostagem seguida da técnica de solarização e testou-se sua eficiência no crescimento de hortaliças. Pelos resultados da ANOVA e do teste média notou-se que a não haver diferença significativa entre as variáveis estudadas na primeira leitura. Já na 2.a leitura de altura os tratamentos A (100% de terra solarizada), B (35% de compostagem e 65% terra solarizados) e C (35% de terra com 65% de compostagem) apresentaram a mesma altura de plantas enquanto o tratamento D (100% terra) foi o tratamento com a menor altura. Esse resultado se manteve o mesmo na 3.a leitura e na 4.a leitura O tratamento que apresentou maior altura foi o tratamento C, seguido do tratamento B e com menores alturas os tratamentos A e D, mostrando que a compostagem incrementa a altura de plantas, mas a solarização não é eficaz para esse parâmetro. Na 3.a leitura, os tratamentos que apresentaram maior número de folhas foram os tratamentos B e C seguidos pelos tratamentos A e D que apresentaram menor número de folhas quando comparados. Quando se avaliou o peso das plantas, o tratamento A foi o tratamento que apresentou o menor peso em gramas, seguidos pelos tratamentos D e B, onde C teve o melhor peso.
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